(Foto: Everson Bressan/SMCS)
A Urbanização de Curitiba S/A (Urbs) está fiscalizando o transporte irregular de passageiros na frota de táxi da cidade. A autuação para lotações sem autorização prévia é de R$ 108. Em casos mais graves, a penalidade pode chegar à suspensão da atividade e ao cancelamento da autorização.
A prefeitura alega manter diálogo com os taxistas desde o início do ano e, de acordo com ela, uma série de reivindicações da categoria foi atendida nesse período. “O serviço de táxi em Curitiba é um dos mais conceituados do país, e assim queremos que continue”, disse o prefeito Rafael Greca.
Entre as solicitações feitas pelos representantes dos taxistas estava a regulamentação dos aplicativos de transporte individual, como Uber e Cabify. “A cidade tem espaço para todos, desde que existam regras e que elas sejam cumpridas, o que não está acontecendo com esse protesto”, afirmou o prefeito.
Em maio, Greca assinou um decreto para aumentar a competitividade do serviço de táxis. O decreto nº 947/2017 acabou com a taxa de bagagem e também com a cobrança pelo trecho de deslocamento do veículo até o embarque do passageiro.
Segundo a prefeitura, outra medida acatada foi o parcelamento da taxa anual da outorga paga ao município para exercer a atividade de táxi. A liberação de taxa de publicidade institucional para as centrais de táxis e autônomos, aumento do período de uso de publicidade e a implantação da padronização da vestimenta com traje social também foram solicitações atendidas.
Protesto
Os taxistas de Curitiba protestam contra a regulamentação dos aplicativos de transporte individual Uber e Cabify, sob a alegação de que o decreto de Greca veio para ‘quebrar’ os trabalhadores. Desde sexta-feira (18), alguns taxistas estão oferecendo corrida ao preço fixo de R$ 20, valor que pode ser dividido em até quatro pessoas, a custa de R$ 5 para cada, em alguns trajetos realizados pelos ônibus da capital.
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