O motorista do carro utilizado na morte do barbeiro Jhonatan Marcelo Regolati Rodrigues, de 31 anos, e do cliente Evaldo Gomes de Araújo, de 36, no último sábado (28), em uma barbearia na Avenida Tuiuti, em Maringá, se apresentou à Polícia Civil e deu sua versão sobre o caso.

Ele foi ouvido nesta terça-feira (31) pelo delegado Adriano Garcia, segundo informações do portal GMC, parceiro da Banda B. Em depoimento, o homem afirmou que não sabia que o passageiro, apontado como autor dos disparos, estava armado ou pretendia cometer o crime.
Segundo ele, o suspeito pediu uma carona após ser buscado em uma casa em construção. Os dois passaram pela região da barbearia e, em seguida, retornaram ao imóvel onde o atirador estaria morando, permanecendo ali por poucos minutos.
Na sequência, o suspeito pediu que fosse levado novamente até as proximidades do local. Ao chegarem, ele desceu do veículo e efetuou os disparos. O motorista relatou que o homem voltou correndo logo depois e ordenou que deixassem a área rapidamente.
Durante a fuga, o autor dos tiros teria confessado o crime, afirmando ter agido por vingança. A motivação, segundo o relato, estaria ligada à morte do irmão dele, ocorrida anos atrás.
Após o ataque, os dois abandonaram o carro e seguiram caminhos diferentes. O motorista disse ainda que não manteve mais contato com o suspeito desde então.
De acordo com a Polícia Civil, o depoimento foi considerado consistente e reforça a principal linha de investigação, que aponta vingança como motivação. Também foi confirmado que o veículo utilizado havia sido vendido ao suspeito pelo pai do motorista, com a documentação regularizada.
Morte de barbeiro e cliente em Maringá
O homem, de 27 anos, apontado como principal suspeito de matar um barbeiro e um cliente no último sábado (28), se apresentou à delegacia da Polícia Civil na tarde desta segunda-feira (30). Ele chegou acompanhado de um advogado, prestou depoimento e foi liberado.

As investigações indicam que o homem foi flagrado nas imagens descendo de um veículo utilizado na ação, um Ford Fusion preto, que também estaria registrado em seu nome. O carro teria sido visto circulando nas imediações da barbearia pouco antes do crime.
Durante o depoimento oficial, o suspeito exerceu o direito de permanecer em silêncio. No entanto, segundo a polícia, em conversas iniciais ele teria afirmado que o crime foi motivado por vingança.
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