A esposa do dono de lanchonete Antônio Gregório de Almeida, que morreu aos 62 anos após ser empurrado por um motoboy no bairro Uberaba, em Curitiba, pediu justiça nesta quinta-feira (23) e contestou a versão de legítima defesa apresentada pelo investigado. Para Maria Tereza, o crime foi “brutal e covarde”.

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O empresário Antônio Gregório de Almeida, de 62 anos – Foto: Reprodução/Redes sociais

“Quero justiça mesmo! Agora qualquer um sai matando qualquer um e não tem justiça? Eu espero a justiça, espero mesmo”,

pede Maria Tereza.

Antônio estava no comércio de cachorro-quente, na noite do último domingo (19), e foi empurrado pelo motoboy que trabalhava para ele. Depois de cair e bater a cabeça, Antônio não resistiu.

“Nunca na vida minha vida eu imaginei que ele ia fazer uma coisa daquela. Uma morte tão brutal, um cara tão covarde, porque para mim foi uma covardia. Ele sabia dos problemas de saúde que meu esposo tinha”

conta.

A defesa da família disse que irá pedir a prisão preventiva do agressor, também classificando o empurrão como “desproporcional”.

“Certamente isso será tratado como um homicídio, com o dolo, ou dolo direto ou dolo eventual, mas ambos que devem ir ao tribunal do júri, para que lá seja devidamente condenado esse agressor, iremos pedir também a prisão preventiva do mesmo, para que isso não venha a se repetir com outras vítimas dessa pessoa acostumada a criar e promover confusão”,

Dr. Igor José Ogar, advogado da família da vítima.

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Esposa de comerciante que morreu após ser empurrado por motoboy pede justiça: “Morte brutal e covarde”

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