A defesa do homem acusado por uma veterinária de ter atacado uma cachorra com pedradas e golpes de machado na segunda-feira (7), no bairro Cajuru, em Curitiba, negou qualquer envolvimento do suspeito no crime e alegou que o cão morreu em razão de uma briga com outros animais.

Conforme apurado, o homem chegou a ser preso em flagrante, mas foi solto um dia após a prisão sem pagar fiança. O animal morreu nesta terça-feira (8), durante atendimento veterinário da ONG Força Animal.
Em nota, o advogado de defesa, Murilo Henrique Lourenço, disse que o cliente dele “nega veementemente qualquer envolvimento em atos de violência e maus tratos contra o referido animal” e que o cão não foi morto pelo acusado.
“Conforme verifica-se nas provas juntadas até o momento, o acusado é inocente uma vez que o cachorro não morreu em virtude de apedrejamento e sim de uma briga com outros animais”
alegou a defesa.
O advogado também alega que o homem está colaborando com as autoridades competentes e “confiam que a verdade será esclarecida em tempo oportuno.”
“Ele está comprometido com o cumprimento da lei e com a defesa de sua integridade. Ressaltamos que qualquer manifestação pública será realizada com base em informações confirmadas e que, até que a investigação seja concluída, pedimos respeito à presunção de inocência, que é um direito fundamental garantido pela Constituição Brasileira”
complementou o advogado Murilo Henrique.
Tráfico de animal silvestre
De acordo com a polícia, o suspeito também fazia prática de tráfico de animais silvestres. Além das agressões, a equipe policial encontrou um papagaio, duas tartarugas, oito aves exóticas e sete galinhas.
Outros dois cães agredidos continuam internados. Uma cadela preta e branca levou um golpe de machadada na cabeça e está com TCE grave.
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