Um casal foi flagrado invadindo um apartamento de um condomínio no bairro Água Verde, em Curitiba, na última segunda-feira (16). Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), os suspeitos são de um grupo específico de São Paulo e já teriam levado os objetos furtado do apartamento para o estado. A dupla segue foragida.

Momento em que casal invade condomínio
Polícia Civil segue em busca do casal que invadiu apartamento no Água Verde (Foto: reprodução/câmeras de segurança/Ric RECORD)

Momento em que casal invade apartamento no Água Verde foi registrado por câmera de segurança

O momento do crime foi flagrado por câmeras de segurança, em que a Ric RECORD teve acesso. Dentro do local, a dupla utiliza a porta de incêndio para circular entre os andares. Em um deles, forçam a entrada de um apartamento. O morador estava no imóvel e assistia televisão no quarto. O barulho interrompe a ação.

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Na sequência, os dois seguem pela área comum e encontram outro apartamento sem ocupantes. Objetos são levados do local.

A ocorrência foi registrada na Rua Petit Carneiro. Informações iniciais apontam que o mesmo casal tentou acessar outros edifícios na mesma região, mas não conseguiu entrar devido ao controle das portarias.

Crime não é inédito

De acordo com o delegado Fernando à Ric RECORD, a situação “é um fato que não é inédito aqui em Curitiba, são modos operantes específicos de um grupo de São Paulo, que atua com esse tipo de ação, de chegar à portaria, conseguir ingressar no condomínio que eles não residem e escolhem um apartamento que é alvo de arrombamento e subtração de objeto de valor, em que o foco geralmente é joias e dinheiro”.

“Eles vêm para cá, levantam quais são os bairros com residências de menor poder aquisitivo aqui em Curitiba. Sempre condomínios, pegam prédios, condomínios verticais. Só vão em condomínio em que há portaria. Esse é um ponto importante a se observar. Eles não arrombam, não praticam assalto, não cometem agressões, só se precisarem para fugir”, disse o delegado.

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Ainda conforme a PCPR, o grupo força a portaria a liberar a entrada

“Eles chegam, se fazem passar por algum morador, algum parente, amigo, falam que o reconhecimento facial não está funcionando ou a tag está dando errado. […] Eles deixam o porteiro sob pressão”.

A PCPR investigará o caso juntamente com a Polícia Civil de São Paulo.

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