
Cumprindo pena no Sistema Penitenciário Federal desde 2019, um dos presos mais conhecidos do país, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, diz não ser o mandante de execuções brutais feitas por integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) contra policiais penais federais. No material ao qual a coluna teve acesso, com exclusividade, o líder máximo da facção paulista afirma que “não é um cara bonzinho”, mas não é um “psicopata” igual a Roberto Soriano, 49, o Tiriça, apontado pelo Ministério Público do estado de São Paulo (MPSP) como o número 2 na hierarquia do PCC.

Soriano, que está preso na Penitenciária Federal de Brasília, é acusado de ser o mandante do assassinato da psicóloga Melissa de Almeida Araújo. O interno também é visto como o cabeça da “ala terrorista do PCC” — grupo radical que coordena morte de autoridades.
Outros três criminosos ligados diretamente ao assassinato foram condenados pela Justiça neste ano. A coluna apurou que a facção fornece um auxílio mensal aos assassinos de policiais — o valor pode chegar a R$ 5 mil.
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