Técnico do Coritiba lamenta derrota e pede paciência: “Ainda estamos em pré-temporada”
Gustavo Morínigo (Divulgação/Coritiba)

O técnico do Coritiba, Gustavo Morínigo, reconheceu uma série de erros e falhas da sua equipe na derrota para o Operário por 2 a 1, na noite desta quinta-feira (27), em Ponta Grossa. De acordo com o comandante alviverde, o Verdão não fez o bastante para ter uma melhor sorte.

“Tivemos um primeiro tempo bastante ruim do ponto de vista tático, não encontramos espaços. O Operário nos pressionou por todo o campo, facilitamos certas jogadas deles e não demos sequência do meio para frente. A vontade eles nos superou também”, avaliou em entrevista coletiva após o jogo no Estádio Germano Krüger.

De acordo com Morínigo, só foi possível resolver boa parte dos problemas do primeiro tempo no intervalo, quando ele orientou os seus comandados no aspecto tático. Assim foi possível ter um segundo tempo diferente.

“O time melhorou muito no segundo tempo, teve outra atitude também, mas pagamos caro pelo gol que tomamos (no primeiro tempo). Quase não tivemos oportunidades, mas no segundo tempo eles compreenderam o que tínhamos de fazer. Foi muito bom o segundo tempo”, acrescentou.

Questionado sobre alterações no planejamento já definido pelo clube, o técnico do Coxa refutou qualquer possibilidade neste sentido, e pediu paciência neste momento.

“Como falei no jogo anterior, estamos ainda em preparação, em pré-temporada. Temos um planejamento que estamos seguindo ao pé da letra, temos objetivos grandes. A derrota dói, mexe com o nosso orgulho, mas temos que reagir rapidamente”, pontuou Morínigo.

O treinador ainda preferiu não fazer amplas análises individuais, como sobre a falha do goleiro Alex Muralha no lance do primeiro gol do Operário, apontando que o elenco seguirá sendo movimentado, com pratas da casa, recém-chegados e atletas que estiveram com Covid-19 ganhando oportunidades. E ele evitou comentar sobre eventuais reforços.

“Não falarei de goleiros que virão, vou falar apenas do Alex. Lamentavelmente nos precipitamos bastante, são erros e eles acontecem com todo mundo. Em um goleiro se nota muito mais pela consequência, mas nos equivocamos no meio e na frente também. Temos que trabalhar. Quando se perde, perde todo mundo”, concluiu.

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