O Atlético fechou as comemorações de 86 anos de sua fundação com chave de ouro: Goleou o Cascavel por 5 x 0, na Arena da Baixada. O técnico Leandro Niehues gostou da atuação da equipe e explicou como tem trabalhado no Furacão. “A gente tem treinado menos e conversado mais, e o grupo tem entendido bem o porque disso, porque estamos num periodo de transição e eles assimilam bem o que eu digo. Eu gostei do jogo, claro que tem algumas coisinhas pra evoluir, mas o importante foi a entrega, determinação e seriedado do grupo, que criou oportunidades de gol até o final”, disse o treinador.

Leandro explicou que tirou Márcio Azevedo e Valencia pois o segundo tempo estava controlado e os dois jogadores estavam pendurados com cartão amarelo. Já a saída de Raul foi porque o lateral estava com cãimbras. Sobre o domínio que o Atlético teve durante todo o jogo, o treinador disse que preza muito que sua equipe tenha posse de bola. “Uma equipe que tem posse de bola objetiva sai na frente, cansa menos e domina o adversário”, explicou.

Na entrevista coletiva após o encerramento da partida, o treinador falou também sobre a situação do trio Alan Bahia, Valencia e Netinho, que vem se revezando no meio campo atleticano. “O mais importante foi a determinação do Netinho de fazer bem essa função de segundo volante. Na minha visão, não existe isso de Valencia e Alan Bahia não poderem jogar juntos. Eu penso futebol no momento, hoje eu pensei que o adversário era bom pro Valencia jogar com o Netinho. Na verdade, é um trio de jogadores que a gente pode fazer essa alternância entre eles, só quero que todo mundo esteja motivado”, afirmou Niehues.

Pepe Toledo se destacou na partida, marcando gol e fazendo várias assistências. Leandro gostou muito da atuação do argentino e se disse satisfeito com a formação de uma boa dupla de ataque no Furacão. “O DVD do Javier chegou pra gente em dezembro do ano passado. Eu assisti e gostei. O problema é que ele veio do futebol árabe, e lá a gente sabe que se treina menos e os campeonatos tem menos qualidade que no Brasil. E o Javier é um jogador que precisa estar bem fisicamente. Então ele precisava de ritmo de jogo, porque ele gosta de atuar como segundo atacante, saindo da área, prendendo a bola. E no fim casou, porque o Bruno Mineiro gosta de jogar enfiado. Essa dupla de ataque tá ganhando corpo”, finalizou o treinador atleticano.

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Leandro Niehues destaca determinação e entrega da equipe

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