Falar sobre o meio ambiente é algo que se tornou cada vez mais importante e essencial. Foi com essa visão que a Banda B, com a rádio e o portal, conquistaram o primeiro e o terceiro lugares na segunda edição do Prêmio APRE Florestas de Jornalismo.

O resultado saiu nesta sexta-feira (24), em cerimônia no Maggiore, durante o jantar anual da Apre. Os jornalistas Denise Mello, Antônio Nascimento, Francielly Azevedo e Lucas Sarzi foram os responsáveis pela reportagens, que trataram, de maneiras distintas, da importância do setor florestal para o nosso dia a dia.

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Reportagens da rádio e do portal Banda B conquistam primeiro e terceiro lugares no 2º Prêmio Apre Florestas de Jornalismo. Foto: Banda B

Essa foi a segunda edição do prêmio, desenvolvido pela Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE). Para a diretoria da associação, o interesse da imprensa em participar da iniciativa foi um sucesso, com 25 matérias inscritas. A Banda B marcou presença nas duas categorias premiadas, de reportagem escrita e de reportagem de áudio. 

Em terceiro lugar, a série de reportagens de Denise Mello e Antônio Nascimento foi chamada: ‘Plantar primeiro pra derrubar depois: o que o Brasil e eu ganhamos com as florestas plantadas?’. Os jornalistas contaram como as florestas plantadas ajudam no desenvolvimento social e econômico do país.

Em quatro reportagens, a série aborda também os exemplos de sustentabilidade do setor e de que forma a produção florestal impacta no dia a dia das pessoas. 

“Sempre gosto de dizer que quando a Banda B é premiada, nosso orgulho se multiplica também entre os leitores. É muito importante falarmos sobre sustentabilidade e o assunto das florestas nos pegou de um jeito ímpar. Além de mostrarmos às pessoas a importância de falar do tema, nós também aprendemos com as reportagens”

comentou Denise Mello, diretora executiva da Banda B.
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Denise Mello, jornalista e diretora executiva da Banda B, conquista 3º lugar na categoria rádio. Foto: Banda B

Antônio Nascimento, que é responsável pela coordenação da rádio Banda B, reforçou a emoção de ver o trabalho gerando frutos como o prêmio.

“Nossa principal missão é fazer com que as pessoas estejam cada vez mais bem informadas e compreendendo todos os assuntos que são importantes para nossa vida. O meio ambiente deveria ser mais abordado entre a grande mídia e foi por isso que abraçamos a causa”

reforçou Antônio Nascimento.

Papel jornalístico

Este é o segundo ano do Prêmio APRE Florestas de Jornalismo, e também o segundo ano que os jornalistas Francielly Azevedo e Lucas Sarzi conquistam a premiação. Mas, dessa vez, com o primeiro lugar.

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Jornalistas Francielly Azevedo e Lucas Sarzi conquistam 1º lugar na categoria reportagem escrita do prêmio Apre de Jornalismo. Foto: Banda B

No ano passado, a reportagem premiada tratou dos produtos que são de florestas plantadas e que nem nos damos conta no dia-a-dia. Já neste ano, os jornalistas buscaram a causa social.

Com o tema “Plantar e colher: empresas do setor florestal investem em projetos sociais para ‘cultivar’ pessoas”, a matéria reuiu empresas paranaenses do setor florestal que, muito além de utilizar o reflorestamento para o desenvolvimento sustentável do planeta, têm apostado no ‘cultivo’ de pessoas por meio de projetos sociais”. 

“Nós quisemos mostrar que há um trabalho feito pelas empresas do setor florestal que muitas vezes fica em segundo plano, mas que é tão importante quanto falarmos do meio ambiente. Quando falamos de desenvolvimento humano e profissional, automaticamente estamos também mostrando a importância de abrirmos os horizontes na luta contra o desmatamento. Cabe a nós, jornalistas, mostrarmos o que é feito para dar mais qualidade de vida às pessoas que trabalham no setor”

destacou Francielly Azevedo.

A reportagem trouxe o dado de que Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE) conta com 92 projetos socioambientais promovidos por 46 empresas associadas. São ações nas mais diversas áreas, que incluem educação, capacitação profissional e incentivo à produção consciente.

“Desenvolver a reportagem também foi bem esclarecedor para nós enquanto profissionais, pois conversando com as empresas nós vimos um lado que nem sempre é lembrado. A partir do incentivo do prêmio, pudemos buscar contar histórias que poderiam ficar escondidas. O desenvolvimento humano é tão importante quanto a preservação do meio ambiente, e a empresa que se preocupa com isso não só se beneficia, como também ajuda a comunidade ao redor”

comentou Lucas Sarzi.

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