A morte de Zarhará Hussein Tormos, de 25 anos, vem sendo alvo de um trabalho minucioso de investigação da Polícia Civil. O crime aconteceu em fevereiro, em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, e a família ainda aguarda uma definição da Justiça. Nesta semana, vídeos de câmeras de segurança, que registraram os últimos momentos em vida de Zarhará, circularam. Veja os vídeos abaixo.

Zarhará sumiu no dia 26 de fevereiro, quando foi vista pela última vez na frente da faculdade onde estudava Biomedicina. A jovem foi encontrada morta e amarrada dentro do próprio carro em uma área de mata, em Remanso Grande, em Foz do Iguaçu.
Nesta quarta-feira (25), a família da vítima, inclusive, realizou um protesto pedindo justiça em frente ao Fórum de Foz do Iguaçu. Neste mesmo dia, aconteceu a audiência que vai definir as próximas etapas do processo. As informações são do portal GMC, parceiro da Banda B.
A reportagem teve acesso aos vídeos das câmeras de monitoramento que registaram os últimos momentos de Zarhará em vida. Elas flagraram a jovem saindo da faculdade e indo em direção ao carro, que em seguida, circula pelas ruas de Foz do Iguaçu.
As imagens são do dia 26 de fevereiro, e dois depois, no dia 28, ela foi encontrada morta dentro do próprio carro. O corpo apresentava sinais claros de violência e também estava amarrado. As imagens abaixo são da RICtv.
Veja os vídeos:
Casal é acusado de matar Zarhará
Em 28 de março, um casal foi preso suspeito de matar Zarhará. Os apontados como suspeitos são Pâmela da Silva Campos, amiga da vítima, e Bruno Martini Vieira, namorado de Pâmela. Ambos estão presos preventivamente.
De acordo com a Polícia Civil, Pâmela conhecia Zarhará desde de 2023. Durante as investigações, a polícia descobriu que Zarhará vinha recebendo ameaças no celular de um DDD de fora da cidade, mas vinculado à Pâmela.
A jovem suspeita usava tornozeleira eletrônica, que emitiu sinal no local onde Zarhará foi raptada e também onde foi executada. Ainda conforme a polícia, a digital de Pâmela também foi encontrada na fita no qual a vítima estava amarrada. O namorado disse que apenas dirigiu o carro e não se envolveu no crime.
“É importante destacar que, neste momento, a nossa cliente é acusada, mas ainda não houve julgamento, portanto, ela possui presunção de inocência, como garante a constituição federal”.
disse a defesa de Pâmela, em nota.

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