Foto: Flávia Barros – Banda B

 

Após a prisão do policial militar Janerson Gregório da Silva e da ex-miss Pinhais Karina Reis, a Polícia Civil deteve nesta terça-feira (26) o último envolvido no sequestro de um empresário de Curitiba. O crime aconteceu na noite de 29 de agosto, em São José dos Pinhais, na região metropolitana. A vítima foi rendida após combinar uma reunião de trabalho e foi levada para um cativeiro no bairro Jardim Botânico, na capital. A família foi acionada para o pagamento do resgate, que não chegou a ser pago porque policiais do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) conseguiram localizar a vítima.

Ex-miss Pinhais é apontada como mentora do crime

O último preso é Vinícius Camilo da Silva, de 23 anos. Segundo as investigações, ele foi o responsável por render o empresário e levar até o local do cativeiro. “Pelo que apuramos, ele é vizinho de Janerson e o procurou dizendo que precisava de dinheiro. Chamado para o serviço, então, amarrou e trancou o empresário no porta-malas”, explicou o delegado Luiz Fernando Artigas.

A mãe de Janerson, que também havia sido presa pelo crime, já foi liberada pela Justiça. Acredita-se que ela tenha tido uma participação menor no crime.

Na última sexta-feira (25), Karina foi apontada nesta sexta-feira (22) como mentora do sequestro. Ela trabalhou com o empresário e ter passado informações privilegiadas para o namorado e executor do crime, o policial militar Janerson Gregório da Silva.

O crime

Janerson foi preso na noite de 29 de agosto, no bairro Jardim Botânico. O empresário do ramo publicitário foi rendido após combinar uma reunião de trabalho e levado para o local do cativeiro. A família foi acionada para o pagamento do resgate, que não chegou a ser pago porque policiais do Tigre conseguiram localizar a vítima.

De acordo com a PM, o empresário foi rendido ainda dentro do carro, quando chegava para a suposta reunião de trabalho. Os bandidos colocaram o ameaçaram com arma e o levaram para um local desconhecido. Ele foi amarrado, amordaçado e colocado no porta-malas.

“A orientação da polícia é que todos tomem cuidado com o tipo de informação da sua vida privada que colocam em redes sociais, em não se expor mais do que o necessário”, alertou o delegado. Ele também ressaltou a importância de, em casos, como esse, a família sempre procurar a ajuda da polícia.

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