Cresce a pressão dos vereadores municipais para que o prefeito Rafael Greca defina o destino de três administradores regionais: Fernando Wernek Bonfim, da Regional Bairro Novo, Gerson Gunha, da Regional Fazendinha/Portão, e Ricardo Alexandre Dias, da Regional Boqueirão. O trio pretende sair como candidatos a vereadores, disputando votos com parte da base de apoio de Rafael Waldomiro Greca de Macedo.
MUNDO À PARTE
Responsáveis por cuidarem de regiões onde vivem mais de 600 mil pessoas, Dias, Gunha e Bonfim – também conhecido como “Fernando Bombado” – já articulam apoios para seus projetos pessoais com lideranças comunitárias e empresariais nas três regionais.
SABINO SABIDO
Vereadores da base ouvidos pela coluna dizem que o problema é antigo e vinha sendo administrado pelo líder do governo, Pier Petruzziello, e pelo ex-presidente da Câmara, Serginho do Posto. Com a proximidade da eleição, o novo presidente da Casa, Sabino Picolo, que é mais pragmático, pôs o tema na mesa do prefeito para que seja tomada uma decisão até abril.
CONTAMINAÇÃO
A pressa de Sabino é para evitar que o mal-estar contamine a base aliada. No Bairro Novo, o trabalho de engajamento de “Fernando Bombado” atinge diretamente os vereadores como Mauro Bobato, Osias Moraes, Professor Silberto, Thiago Ferro e Colpani. No Boqueirão, Ricardo Dias prejudica Beto Moraes, Pier Petruzziello e Cristiano Santos. Já no Portão, Gerson Gunha é malvisto por vários aliados que fizeram votos nos 10 bairros da regional como o Parolin, onde há predomínio do Edson do Parolin.
NOVAS PRESSÕES
A pressão vai crescer, avisam os vereadores irritados, pois o alcaide Rafael Waldomiro Greca de Macedo precisa decidir rápido se opta pelos ‘três mosqueteiros’ ou se vai manter a base aliada para a eleição de 2020.
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