Após dois bloqueios em menos de 24 horas, motoristas passaram a reclamar das constantes intervenções no quilômetro 669 da BR-376, em Guaratuba, no Litoral do Estado. A rodovia não opera com capacidade máxima desde o dia 28 de novembro, data em que um deslizamento de terra bloqueou todas as pistas e provocou duas mortes. A Arteris Litoral Sul, porém, espera amenizar os problemas ainda neste mês de fevereiro.

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De acordo com nota enviada à Banda B, nesta sexta-feira (3), a liberação de uma nova faixa deve acontecer no sentido Curitiba ainda neste mês.

A concessionária afirma que segue com o plano de ação para o aumento gradativo da capacidade de tráfego no km 668,7. “As intervenções já feitas no local permitem a redução gradual do tempo de viagem dos motoristas, inclusive com benefícios para a temporada de verão, mantendo como prioridade máxima a segurança dos usuários e dos trabalhadores que atuam no trecho.

Atualmente, há três faixas liberadas, uma no sentido Florianópolis e outra em direção à Curitiba, sendo a terceira reversível para um dos lados de acordo com o volume de tráfego”, descreve.

Em relação à pista Norte (sentido Curitiba), uma cortina de concreto também foi atingida pelas fortes chuvas de 28 de novembro e, neste momento, equipes atuam para realizar o serviço de concreto projetado. Após essa primeira etapa, será feita a instalação de telas de metal e aplicação de pedras, processo conhecido como “terramesh”. Esse trabalho será totalmente concluído até o fim deste primeiro semestre.

Na pista Sul (sentido Florianópolis), a concessionária já instalou uma tela dinâmica para proteção de usuários e está atuando para estabilização e contenção definitiva da encosta onde houve o deslizamento no ano passado. A previsão é que a obra seja finalizada no início do segundo semestre deste ano.

A Arteris Litoral Sul reforça que a evolução dos trabalhos dependem das boas condições climáticas .

Possíveis novos bloqueios

A Arteris Litoral Sul ainda não descarta novos bloqueios. De acordo com a nota, tudo depende de um trabalho de monitoramento de encostas, que contempla a análise do volume das chuvas na região.

Neste caso, se houver um volume alto de água registrado, sempre que necessário, a concessionária e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) irão bloquear preventivamente o trecho identificado com risco como medida de segurança, assim como foi previamente estabelecido no plano de monitoramento do trecho de serra da BR-376/PR.

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