O funcionário que matou o próprio chefe em Piumhi, no centro-oeste de Minas Gerais, trabalhava com a vítima havia mais de 15 anos no Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae). O homem assassinado foi identificado como José Wilson de Oliveira, de 60 anos.
O operador de máquinas, de 51 anos, foi preso após o crime e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva em audiência de custódia. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Sinésio Omar da Costa Júnior foi localizado pela Polícia Militar em Pedra do Indaiá, a cerca de 100 quilômetros do município onde ocorreu o assassinato. A Banda B tenta localizar a defesa dele.

Funcionário matou chefe após advertência
Segundo a Polícia Civil, o crime foi motivado por um desentendimento no ambiente de trabalho. O chefe, de 60 anos, havia cobrado formalmente a entrega de relatórios de uso de uma retroescavadeira, que não vinham sendo apresentados. Diante da recusa do funcionário em assinar o documento, ele foi informado de que seria suspenso por três dias.

Horas após a advertência, o funcionário foi até a casa do chefe e atirou contra ele. De acordo com o boletim de ocorrência, a esposa da vítima ouviu o primeiro tiro e encontrou o marido caído na garagem. O suspeito ainda teria feito uma ameaça antes de disparar novamente e fugir.
Uma câmera de segurança registrou a chegada do homem por volta das 16h15, quando ele tocou a campainha, foi atendido e, em seguida, sacou a arma e entrou na casa. Pouco depois, saiu correndo do local. José morreu a caminho do hospital.
A arma usada no crime foi apreendida, e três pessoas que estavam com o suspeito foram levadas à delegacia, ouvidas e liberadas. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
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