Um homem que jamais demonstrou cansaço. Assim, o frentista Diego Hasselmann Oliveira, 29 anos, era descrito por amigos, familiares e pela esposa, Cristina Cencena, 28 anos. Morador de São Vicente do Sul, Diego trabalhava como frentista entre meia-noite e 6h, e mantinha a mesma disposição durante o dia para brincar com as filhas gêmeas, Paloma e Morgana, de quatro anos. Aliás, estar com a família era o passatempo favorito dele. Isso deixou de ocorrer quando Diego foi internado com coronavírus em 27 de maio. Ele morreu 13 dias depois. Segundo a esposa, Diego não usava medicamentos de uso contínuo para alguma comorbidade, mas estava acima do peso.

—Elas me perguntam “por que o pai está no céu?” e eu respondo “o Papai do Céu precisava de uma pessoa muito forte para cuidar de nós lá de cima e, por isso, levou o pai de vocês” — conta Cristina, ainda abalada com a perda repentina do marido.

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