(Foto: Reprodução)

 

“Sabia que, apesar das chamas, eu tinha de pular.” A colombiana Jacqueline Flores se lembra assim dos momentos seguintes à queda do voo AM2431, da Aeroméxico, que a levaria na última terça-feira de Victoria de Durango à capital mexicana.

“A aeronave se partiu e o fogo avançava rapidamente. As pessoas estavam em pânico”, relatou ela à BBC News Mundo.

Segundo o governador do Estado de Durango, José Rosas, logo após decolar do aeroporto internacional local, a 900 km da Cidade do México, a aeronave foi “afetada repentinamente por uma rajada de vento que a fez descer bruscamente e tocar o solo com a asa esquerda, o que fez seus dois motores se soltarem”.

O avião Embraer E190 “se projetou para fora da pista” e se arrastou por cerca de 300 metros em terreno irregular e coberto por mato, segundo as informações oficiais divulgadas em uma coletiva de imprensa.
A aeronave ficou muito danificada e, como contou Jacqueline Flores, foi tomada por chamas e fumaça. Ainda assim, muitos dos passageiros conseguiram sair caminhando, antes da chegada das equipes de emergência.

Três fatores permitiram que o ‘milagre’ ocorresse

Segundo o governador do Estado, como o avião ficou na posição horizontal, isso “facilitou a ativação dos tobogãs e o início da evacuação de passageiros antes do começo do incêndio”.

Guillermo Galván, diretor editorial do Transponder 1200, um veículo especializado em aviação, destaca que três fatores foram necessários para que ocorresse o “milagre de Durango”.

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