(Foto: Reprodução BBC Brasil)

A paquistanesa Asma Aziz afirma ter sido torturada pelo próprio marido por se recusar a dançar com ele e com amigos. Em seu relato, ela diz que teve a cabeça raspada e foi amarrada a um cano.

Presos pela polícia, o marido de Aziz e um funcionário dele negam o crime.

O caso ganhou visibilidade na mídia e nas redes sociais depois que ela postou um vídeo sem cabelo e com o rosto ferido. A repercussão ampliou as preocupações em torno da violência contra mulheres e os pedidos para proteger mulheres da violência doméstica.

No Twitter, a Anistia Internacional afirmou ser necessária uma “mudança sistêmica” no sistema do país.

O Paquistão é considerado pela Organização das Nações Unidas como um dos piores lugares em termos de saúde, educação, participação pública e status econômicos para mulheres. No Índice de Igualdade de Gênero de 2016 da ONU, o país ficou em 147º lugar no ranking de 188 nações.

A violência contra mulheres e adolescentes é considerada um problema gravíssimo no país, e ativistas afirmam que há subnotificação significativa nas estatísticas oficiais.

Para ler a matéria completa na BBC Brasil clique aqui.