
A derrota por 1 a 0 do Coritiba para o Athletico, neste domingo (19), no Estádio Couto Pereira, trouxe muita tristeza do lado alviverde. Foi o que declarou o técnico Gustavo Morínigo em sua entrevista coletiva, momentos depois do apito final. A maneira com que se deu o revés foi o que mais incomodou os coxas-brancas.
“A parte da arbitragem eu não gosto de falar, mas não posso escapar dessa situação. Foi uma pressão grande para acabar o jogo, o árbitro (Luiz Flávio de Oliveira) nem revisou o último lance, e o Léo (Gamalho) cortou a boca”, iniciou o comandante coritibano.
Para Morínigo, a penalidade máxima anotada do goleiro Rafael William no atacante Vitor Roque, já nos acréscimos, não ocorreu.
“A situação não foi pênalti, o Castán tirou a bola da área e a bola nem chegou ao Rafa, tampouco ao atacante do rival. Foi uma disputa normal e, se formos falar de disputa, a do Léo (na área do Athletico, no último lance) foi pior”, complementou.
“Não é a primeira vez”
Morínigo ainda destacou que, na sua visão, o árbitro da partida não é ruim, mas foi infeliz na sua decisão de marcar a penalidade a favor do Furacão. Na sequência, o treinador deu a entender que vem sendo difícil dar suporte ao elenco com “situações que não são normais e que não deveriam ter acontecido”.
“A situação boa é que jogamos vem, a parte ruim é o resultado. Sempre vou eleger o resultado como o mais importante, porque dá mais confiança, parte do nosso jogo pode melhorar, mas perdermos dessa maneira… é colocar na balança porque não é a primeira vez, observo outros jogos e sempre vão tirando os times com um pouco mais de peso”, concluiu.
📲 O Google pode parar de mostrar o portal Banda B. Clique aqui para ver nossas notícias.