A Liga do Futebol Brasileiro (Libra) divulgou, nesta terça-feira (21), um resumo com conceitos, divisões e cálculos do que seus clubes acreditam que deve ser o modelo para a divisão do dinheiro na criação de uma liga para a organização do Campeonato Brasileiro. Na simulação elaborada, o Coritiba receberia R$  R$ 120,1 milhões.

Os clubes receberiam 45% do valor de maneira igualitária, 30% de acordo com sua performance na competição e 25% referente à audiência que cada clube tiver.

A simulação elaborada pela Libra partiu do ranking de audiência que cada clube teve em 2021. A mesma classificação foi aplicada para uma suposta tabela final do Brasileiro.

Nesse cenário, o Flamengo, clube de maior audiência no período, seria também quem levaria o prêmio equivalente ao campeão da Série A. Assim, de uma receita total de R$ 4,25 bilhões para a liga, o clube rubro-negro teria direito a R$ 398,2 milhões.

O Corinthians vem logo em seguida com receita de R$ 354,8 milhões, seguido por São Paulo (R$ 305,1 milhões), Palmeiras (R$ 294,6 milhões) e o Fluminense fechando o top-5 com (R$ 264,6 milhões).

Já a “zona de rebaixamento” é composta por Goiás, em 17°, com R$ 122,7 milhões, Coritiba, em 18°, com 120,1 milhões, Red Bull Bragantino, em 19°, com R$ 119,7 milhões, e, por fim, o Cuiabá, com R$ 119,1 milhões.

A diferença do Flamengo para o Cuiabá, ou seja, entre o clube que mais arrecadou no campeonato com o que teve a menor receita, seria de 3,34 vezes nessa simulação.

Essa relação é um dos pontos que hoje ainda separa a Libra da Liga Forte Futebol (LFF), que reúne outros clubes do futebol brasileiro, incluindo Atlético-MG, Fluminense e Internacional.

A defesa do modelo da LFF é que a diferença entre quem tem a maior arrecadação com quem tem a menor seja de 3,5, número de muitas das principais ligas do mundo.

Veja abaixo o ranking completo:

Flamengo – R$ 398,2 milhões

Corinthians – R$ 354,8 milhões

São Paulo – R$ 305,1 milhões

Palmeiras – R$ 294,6 milhões

Fluminense – R$ 264,6 milhões

Internacional – R$ 243,3 milhões

Vasco da Gama – R$ 234,8 milhões

Grêmio – R$ 228,1 milhões

Atlético-MG – R$ 215,3 milhões

Athletico – R$ 205,8 milhões

Cruzeiro – R$ 198,3 milhões

Santos – R$ 191,9 milhões

Botafogo – R$ 174,1 milhões

Bahia – R$ 165,3 milhões

América-MG – R$ 154,8 milhões

Fortaleza – R$ 139,6 milhões

Goiás – R$ 122,7 milhões

Coritiba – R$ 120,1 milhões

Red Bull Bragantino – R$ 119,7 milhões

Cuiabá – R$ 119,1 milhões

Couto Pereira integra o esporte e a sociedade paranaense desde 1932. Foto: Divulgação/Coritiba

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Libra simula quanto o Coritiba lucraria com o Brasileirão; veja os valores

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