
O trio de arbitragem chileno que apitou a vitória do Athletico sobre o Palmeiras por 1 a 0, na noite desta terça-feira (30), pela partida de ida da semifinal da Copa Libertadores da América, recebeu duras críticas por integrantes da diretoria e da comissão técnica rubro-negra após o jogo, realizado na Arena da Baixada.
Depois da coletiva do auxiliar Paulo Turra, o CEO rubro-negro Alexandre Mattos pediu para falar com os jornalistas. O cartola relatou que o árbitro chileno Roberto Tobar teria demonstrado “descontrole”, proferindo palavrões sem nenhuma razão aparente.
“Vou falar para vocês que nunca vi tanto descontrole em um árbitro. Ele é experiente, ouvi falar ali sobre se envolver em muita polêmica, e na saída do jogo eu não sei se ele estava nervoso, e ele veio com uma postura extremamente agressiva, desceu falando palavrões. Vamos repudiá-lo pelos meios legais”, adiantou Mattos.
Pisão
O dirigente do Furacão aproveitou a mesma fala para chamar o preparador físico Túlio Flores, que teria levado um pisão de um dos assistentes (não ficou claro se seria Christian Schiemann ou Claudio Ríos), para falar sobre outro momento classificado como “constrangedor”.
“Cheguei para falar com o Vitor Roque e fui pisado pelo bandeira. Acabei me exaltando também e isso deve ser mostrado. Às vezes você nem faz algo tão ofensivo e aparece, somos punidos. Nesse caso isso também precisa acontecer”, contou Flores.
Mattos prometeu que o Athletico apresentará uma queixa junto à Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) contra Tobar e os demais assistentes chilenos.
“O árbitro é o poderoso da súmula. Ele deveria evitar o atrito entre os jogadores, mas saiu xingando as pessoas. Queremos fazer o repúdio porque isso precisa ser registrado. Ele tinha que ser a pessoa a acalmar a todos, mas era a pessoa que queria briga”, finalizou.
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