Com 23,33% de desempenho, Athletico tem retrospecto ruim contra argentinos
Bento foi o goleiro do Athletico em confronto contra o River em 2020. Foto: Fábio Wosniak/athletico.com.br

Em boa fase na era Luiz Felipe Scolari, que chega ao seu quarto mês, o Athletico terá que desafiar o retrospecto histórico contra equipes argentinas na Copa Libertadores da América. Depois de atingir as quartas de final após 17 anos, o duelo contra o Estudiantes, nesta quinta-feira (4), às 21h30, na Arena da Baixada, expõe uma dificuldade rubro-negra.

Em um total de dez partidas disputadas contra equipes da Argentina em oito participações do Furacão na competição sul-americana, os athleticanos venceram duas, empataram outra e foram outras sete derrotas. No total, foram sete gols favoráveis e 15 sofridos pelo Rubro-Negro, que terá diante de si um adversário tetracampeão da Libertadores.

No Joaquim Américo, o Athletico conquistou uma vitória, sobre o Boca Juniors (na fase de grupos da edição 2019, por 3 a 0), com um empate com o River Plate (1 a 1, nas oitavas de 2020) e três derrotas (uma contra o Boca, nas oitavas de 2019, por 1 a 0; um 3 a 0 para o San Lorenzo, na primeira fase de 2017; e um 3 a 1 para o Vélez Sarsfield, em 2014).

Longe de Curitiba, o retrospecto é inferior, com quatro derrotas (uma para o River, duas para o Boca e outra para o Vélez), com um triunfo solitário sobre o San Lorenzo há cinco anos.

Motivos para confiar

Com tais resultados, dos 30 pontos disputados, o Furacão somou apenas sete, o que corresponde a uma aproveitamento bastante baixo – 23,33%. Todavia, a campanha em 2022 na Libertadores é amplamente superior ao número diante de argentinos (58,33% de desempenho, com quatro vitórias, dois empates e duas derrotas).

Com Felipão, o Furacão ainda não foi derrotado dentro da Arena da Baixada por todas as competições (além da Libertadores, Copa do Brasil e Brasileirão) – são dez vitórias athleticanas e três empates. A última derrota do Rubro-Negro em seus domínios foi em 17 de abril, diante do Atlético-MG (1 a 0), pela Série A, quando o técnico era Fábio Carille.

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