O Atlético foi o clube da Série A que mais contratou jogadores durante a paralisação para a Copa do Mundo. Ao todo, foram dez reforços: o lateral direito Éder, o zagueiro Eli Sabiá, o lateral esquerdo Paulinho, os volantes Olberdan e Vítor, os meias Mithyê e Ivan González, e os atacantes Guerrón e Frederico Nieto. Para o gerente de futebol do Furacão, Ocimar Bolicenho, a diretoria cumpriu o objetivo de renovar o elenco que não vinha correspondendo nas primeiras rodadas do Brasileiro.
“Aproveitamos bem este recesso, cumprimos o objetivo de renovar e dar mais qualidade técnica ao elenco para cumprirmos nosso objetivo dentro da competição. Nós mexemos em todos os setores, menos na posição de goleiro. De resto, todas as posições tiveram um incremento, ou pelo menos uma novidade. É óbvio que se todas as contratações corresponderem, nós vamos com este grupo até o final. Mas se for necessário mexer em alguma coisa, estaremos atentos a isso”, disse Bolicenho.
O gerente revelou que todas as negociações foram trabalhosas, cada uma com seu grau de dificuldade: “E às vezes aquela que você pensa ser a mais difícil acaba se tornando a mais fácil. Mas o principal objetivo foi cumprido, aquilo que o treinador pediu a diretoria atendeu. E agora é esperar que todas as contratações deem o resultado esperado”.
Sobre o meia Tartá, devolvido ao Fluminense antes do término do contrato de empréstimo, previsto para o fim do ano, Bolicenho explicou que foi em virtude de outros jogadores que atuam na mesma posição e que vieram para renovar o elenco rubro-negro.
Além disso, Bolicenho admitiu que o elenco atleticano ainda está um pouco inchado e que pode sofrer alterações, como a negociação de outros atletas, com o passar do tempo. “Agora não é o momento ideal de se falar nisso”, completou o gerente de futebol.