O novo salário mínimo, de R$ 1.621, começou a ser pago nesta segunda-feira (2) aos trabalhadores brasileiros. O valor já pode ser conferido no contracheque referente ao mês de janeiro, após o reajuste oficializado pelo Governo Federal.

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O aumento representa um reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103, conforme o Decreto nº 12.797/2025. A correção segue a política de valorização do piso nacional, que considera a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), dentro dos limites do arcabouço fiscal.

Com o novo reajuste, o salário mínimo passa a ter os seguintes valores de referência:

  • Mensal: R$ 1.621;
  • Diário: R$ 54,04;
  • Hora: R$ 7,37.

Esses valores servem como base para o cálculo de benefícios trabalhistas, previdenciários e assistenciais.

Impactos econômicos do novo salário mínimo

De acordo com o Dieese, o novo salário mínimo impacta diretamente 61,9 milhões de brasileiros. A estimativa é de que o reajuste injete R$ 81,7 bilhões na economia ao longo de 2026.

O Governo Federal projeta um impacto combinado de R$ 110 bilhões, ao considerar o aumento do piso nacional e a política de isenção do Imposto de Renda. Por outro lado, o custo adicional para a Previdência Social é estimado em R$ 39,1 bilhões.