Redação com Sindishopping
Obra do Jockey está com mais de 50% da estrutura pronta – Foto: Walter Poss
Ao entrar no canteiro de obras do Jockey Plaza, no Tarumã, em Curitiba, tudo impressiona pelo tamanho. A maquete no hall de vendas do empreendimento dá uma pista de que o maior shopping center em construção hoje no país vai mudar a região Leste da capital do Paraná e municípios da Região Metropolitana como Colombo, Piraquara e Pinhais. Serão 217 mil metros quadrados do shopping que terá 420 lojas a um custo na casa dos R$ 650 milhões. Aos poucos, na área de vendas montada no canteiro de obras, os sócios do empreendimento vão chegando. Primeiro Osvaldir Benatto, da Construtora Casteval, depois Juliano Maran, da Paysage, o sócio mais recente Marcos Greca, da Greca Asfaltos, e, por fim, o sócio majoritário, Aníbal Tacla, do Grupo Tacla.
Na entrada da obra, a primeira impressão é que a obra andou muito mais do que quem passa pela região no Tarumã, na Avenida Victor Ferreira do Amaral, imagina. Por trás dos tapumes da obra que prioriza o horizontal em quatro pisos, sendo dois de lojas e dois de estacionamento, é possível perceber que os dois pisos do estacionamento no subsolo estão prontos, assim como a laje de 45 mil metros quadrados do piso 1 também. Em meio a máquinas e funcionários, Aníbal Tacla explica que, apesar do ritmo da obra estar dentro do cronograma, a inauguração, que aconteceria em outubro de 2017, será adiada para abril de 2018.
“A mudança de outubro de 2017 para abril de 2018 é uma questão de mercado. Este contexto econômico acabou gerando uma expectativa negativa o que fez com que muitos lojistas acabassem protelando projetos. Havia, por exemplo, a previsão de inauguração de 38 shoppings no país em 2016 e não deveremos ter a abertura nem de sete em todo o país. Mas agora vemos claramente uma mudança da expectativa de empreendedores e lojistas e, como este é um projeto a longo prazo, esta alteração de datas vem bem a calhar”, afirma Tacla, em entrevista ao Sindishopping.
Caminhando pela obra, Tacla explica que 50% da parte estrutural está completa. Questionado se o Jockey será parecido com o Shopping Palladium, também do grupo, o empresário diz que não necessariamente. “É um outro projeto, outro estilo arquitetônico e também um pouco maior que o Palladium, que já e imenso. Estamos trabalhando também em um mix de lojas diferenciado com muitas âncoras. Aqui na região há um vazio muito grande de shoppings e há anos tentávamos viabilizar a construção de um empreendimento deste porte aqui. Ninguém duvida que será um sucesso”, completa.
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