(Foto: Catve.com)
A Prefeitura de Jussara emitiu nota oficial informando que vai apurar as circunstâncias do atendimento que envolveram a morte do menino Lucas Diego Alves, de quatro anos, após ser picado por um escorpião na tarde de sábado (26), na cidade de Jussara.
Segundo a nota, o município possuía em estoque o soro antiescorpiônico, e agora vão investigar o motivo de não ter sido aplicado o soro no garoto no primeiro atendimento.
Após passar pelo posto de saúde e um hospital de Cianorte, o menino foi encaminhado pelo helicóptero do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital Universitário de Maringá. Ele faleceu por choque cardiogênico, quando o coração perde a capacidade de bombear o sangue necessário para os órgãos vitais.
Confira a Nota na íntegra:
“A Administração Municipal vem por meio desta, informar a população jussarense acerca do fato ocorrido com o Menino Lucas, nos seguintes termos: Após tomar conhecimento do fato a administração convocou de imediato uma reunião com o médico plantonista e com todos os responsáveis que estavam trabalhando no Hospital Municipal no dia do ocorrido, contando inclusive com a presença de diversas autoridades tanto do executivo quanto do legislativo municipal, sendo que o principal questionamento na reunião foi a eventual falta do soro antiescorpiônico. Em referida reunião constatamos que o município possuía em seu estoque o soro antiescorpiônico, o qual ainda não se apurou o porque de não ter sido utilizado, sendo que em razão da chegada imediata do SAMU constatou-se o estado critico de saúde da criança que fora imediatamente levada para uma unidade de saúde melhor aparelhada para o atendimento, porém mesmo sendo tomadas todas as medidas necessárias não fora possível salvar a vida do pequeno Lucas. Averbe-se que será instaurado procedimento administrativo para apurar eventual irregularidade no atendimento dado no hospital municipal. Importante salientar que a secretaria municipal de saúde junto com as divisões de endemias e epidemiologia vem fazendo diversos trabalhos de prevenção e combate, não só quanto a proliferação do escorpião, como ao mosquito transmissor da dengue e demais doenças, sendo necessário a colaboração de toda a comunidade para prevenirmos esses acontecimentos.
Sem mais externamos nossas condolências a família ilutada e nos colocamos a disposições para quaisquer esclarecimentos”.
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