Com a quarta maior população de animais domésticos do mundo, o Brasil conta atualmente com mais de 130 milhões de pets em residências por todo o país. Considerados muitas vezes como membros da família, os bichinhos ganham o devido tratamento especial com mimos e até roupas para o frio e o calor. Inclusive, o mercado de alimentação e bem estar desses animais representa hoje uma considerável fatia da economia nacional. Mas o que fazer quando seu cãozinho, gato ou passarinho morre? Em Curitiba, pelo menos, a prefeitura disponibiliza um serviço gratuito para recolher animais mortos, para auxiliar no difícil momento de separação.
Foto: PixabayEm entrevista à Banda B, o Diretor do Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna de Curitiba, Edson Evaristo, explica que os donos dos pets devem evitar enterrar seus amigos de estimação em seus terrenos residenciais.
“Como, na grande maioria das vezes, não se sabe a causa da morte do animal, e não se conhece a estrutura do terreno em relação a lençóis freáticos, não é aconselhável esse enterro. Existem empresas que fazem o serviço de cremação e o município disponibiliza esse trabalho de recolhimento em casas e vias públicas de Curitiba”, relata Evaristo.
“É importante também ressaltar que esse é um trabalho que traz custos ao município mas, infelizmente, muitos animais ainda são encontrados mortos nas vias publicas, por diversos motivos”, diz à reportagem. “O maior deles é a prática de permitir que os animais tenham acesso às ruas. Tentamos combater isso, mas a guarda responsável deve partir dos donos dos pets”, acrescentou o diretor.
O serviço para recolher animais mortos pode ser solicitado pela internet, pelo site http://www.central156.org.br, ou pelo próprio telefone 156. A inicitiva é indicada para caninos, felinos, bovinos, ovinos e equinos.
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