O jato usado pela empresa WS Shows Ltda, do cantor Wesley Safadão, virou um alvo dos clientes que foram lesados pelo curitibano Francisley Valdevino da Silva, o “Sheik dos Bitcoins”. Segundo o Jornal O Globo, as vítimas pedem à Justiça do Paraná o arresto do jato para ressarcimento das dívidas.

Os defensores dos clientes ainda alegam que o jatinho ficou fora dos bens apreendidos pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Poyais, no último dia 6 de outubro. Eles informaram ao O Globo que chegaram ao nome de Safadão após terem feito um levantamento sobre a aeronave.
A petição core na 24ª Vara Cível de Curitiba e, de acordo com os advogados, a aeronave pertence à empresa ITX Administradora de Bens Ltda, que é do Sheik, embora ela esteja sendo operada pela empresa de Safadão.
O arresto é uma medida preventiva que consiste na apreensão judicial dos bens do devedor, para garantir a futura cobrança da dívida.
Defesa de Safadão
A defesa do cantor alega que ele recebeu o avião do Sheik como forma de ressarcimento porque também ficou com prejuízo, ou seja, Safadão também é um credor do Sheik. Os valores, de acordo com os advogados, são ainda mais altos do que os de Sasha Meneghel, filha de Xuxa, uma da famosas lesadas, devido às operações em criptomoedas.
Francisley havia adquirido o jatinho, que no passado já tinha pertencido ao artista, por R$ 37 milhões, segundo os advogados.
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Sheik dos Bitcoins
O advogado André Portugal, que defende quase 50 vítimas do “Sheik dos Bitcoins”, explicou à Banda B como seria o “modos operandi” da empresa ligada ao curitibano Francisley Valdevino da Silva, alvo de uma operação da Polícia Federal (PF). A entrevista foi feita no mesmo dia da operação feita pela PF.
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