17 de janeiro. Estreia do Paraná Clube no Campeonato Paranaense de 2010 com derrota de virada para o Rio Branco em plena Vila Capanema. A zaga falhou nos gols de Renan Meduna e Ratinho, que decretaram os 2 a 1 na noite daquele domingo.

A torcida saiu de campo preocupada e com o receio do Tricolor repetir o ano de 2009, quando patinou no Paranaense e chegou a flertar com a zona de rebaixamento para a terceirona em determinado período da Série B.

Passados quatro meses o cenário é completamente diferente na Vila Capanema. Mesmo com um modesto quarto lugar no Campeonato Paranaense, a torcida já não tem dúvidas de que o time, este ano, vai lutar na metade de cima da tabela da segundona.

A defesa completou no último jogo 26 partidas sem levar mais de um gol, ou quatro meses. Desses jogos, são nove partidas sem ser vazado. Em março, o Toledo teve a oportunidade de repetir a dose do Leão da Estradinha e marcar dois tentos no Tricolor, mas Leandro Bocão desperdiçou cobrança de pênalti, defendida por Juninho, que repetiu o feito diante do Sport, na Vila Capanema na Copa do Brasil e garantiu o tabu Tricolor.

O zagueiro Irineu explica qual é o segredo para a muralha Tricolor funcionar tão bem: “É muita união, muitas dificuldades que a gente passou. A gente se uniu para conseguir o acesso para a Série A. Trabalho todo dia é o que vem mantendo nossa boa base defensiva”.

A retaguarda paranista tem uma média invejável de 0,73 gols sofridos por jogo. Neste início de Série B, a zaga foi vazada somente contra a Ponte Preta, na derrota por 1 a 0, em três jogos até agora. Para manter aumentar a estatística, o Paraná Clube busca agora seus primeiros pontos longe de casa nesta segunda divisão diante do Duque de Caxias, às 19h30 em Volta Redonda.

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