Empresas oferecem diversos benefícios – comida de graça, concertos e ioga – para atrair os funcionários de volta ao escritório, com graus variados de sucesso. Agora, algumas estão adotando uma abordagem mais drástica: vincular a presença dos funcionários no escritório às avaliações de desempenho.
O Google e o JPMorgan disseram aos funcionários que a presença no escritório será levada em consideração nas avaliações de desempenho.

O escritório de advocacia americano Davis Polk informou aos funcionários que menos dias no escritório resultariam em bônus mais baixos.
Meta e Amazon disseram aos funcionários que agora estão monitorando a passagem de crachás, com possíveis consequências para os trabalhadores que não cumprem as políticas de frequência – incluindo a perda do emprego.
Cada vez mais, os trabalhadores de muitas empresas e setores parecem caminhar rumo ao mesmo destino.
De certa forma, não é surpreendente que os chefes estejam voltando ao trabalho presencial como padrão. Afinal, há muito tempo somos condicionados a acreditar que aparecer é vital para o sucesso, desde os nossos primeiros dias.
Na escola, a frequência completa ainda é muitas vezes vista como uma medalha de honra. A obsessão pela assiduidade também tem sido um dos pilares da cultura do local de trabalho há décadas.
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