(Foto: Reprodução/Instagram)“Eu fui mandada para casa no meu primeiro dia porque nenhum cabeleireiro sabia mexer no meu cabelo afro-americano”, disse Tyra, que se viu obrigada a arrumar o próprio cabelo antes de ir ao trabalho. A situação só mudou quando a apresentadora decidiu expor a situação para a empresa. “Eu disse ‘Olha, meu cabelo é diferente, preciso de alguém que saiba lidar com ele’. Depois disso, eles contrataram pessoas que arrumaram meus fios durante 10 anos”, contou.
A carreira de Tyra Banks abriu caminho para que modelos negras mais jovens, como a brasileira Laís Ribeiro, também consigam ocupar espaços ainda pouco diversos na moda. Em 2017, Laís foi apenas a quarta mulher negra a vestir o Fantasy Bra. No ano passado, um número recorde de negras integrou o time da Victoria’s Secret: 17, em um total de 55. “Havia muita discriminação na minha época, mas a boa notícia é que agora as meninas têm as redes sociais, e não precisam mais sofrer em silêncio”, avaliou Tyra.
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