O jogador da Seleção Brasileira Bruno Guimarães se manifestou nesta quinta-feira (15) sobre as acusações da ex-namorada, que diz ter sido expulsa da casa em que eles moravam em Curitiba. O atleta enviou um comunicado à coluna Leo Dias, do Metrópoles, parceiro da Banda B, após a publicação de uma reportagem sobre as denúncias de Julia Magalhães.

De acordo com a jovem, Bruno teria dito que não a queria mais na casa quando voltasse de viagem. Eles, que estão em processo de separação, mantiveram um relacionamento por cerca de sete anos. Segundo a coluna, Julia move um processo na Justiça contra o jogador, pois, ela teria se sentido coagida a assinar um documento no qual abriria mão dos direitos que tinha pela união estável dos dois.

Foto: Reprodução

Bruno e Julia começaram a namorar ainda na época de escola, quando tinham cerca de 13 anos e moravam no Rio de Janeiro. Com o crescimento do desempenho do atleta e sua contratação pelo Athletico Paranaense, eles se mudaram para Curitiba e passaram a morar com os pais do jogador.

Em nota enviada ao colunista Leo Dias, o atleta “nega todas as informações” e afirma que ele e Julia terminaram o relacionamento em 2 outubro de 2019. Ele também negou ter pedido que a jovem deixasse de estudar.

Leia a íntegra da nota enviada à coluna Leo Dias

“Em relação à matéria intitulada “Ex-namorada de jogador da Seleção é expulsa de casa e processa craque”, o atleta nega todas as informações contidas na mesma e esclarece que o término do relacionamento aconteceu em 2 outubro de 2019, e não recentemente, como dá a entender a reportagem.

O namoro se iniciou na adolescência, quando ambos moravam no Rio de Janeiro, mas foi interrompido por 18 meses, quando Bruno jogava no Audax. Bruno e Julia moraram juntos poucos meses entre os anos de 2018 e 2019.

Como moravam na casa junto aos pais do Bruno, não fazia sentido Julia continuar vivendo na residência após término do relacionamento.

Ainda, após o fim da relação, Bruno manteve ativos os cartões de crédito de Julia por tempo suficiente para ela retornar ao Rio de Janeiro.

Também nunca houve pedido para que ela deixasse de estudar, eis que estava com a faculdade em curso, sendo possível, à época, transferir o curso do Rio para Curitiba.

Por fim, quanto ao processo judicial, diante da recusa pela Julia, foi Bruno quem propôs a ação de dissolução da união estável, e não o contrário. O feito tramita em sigilo judicial e Julia questiona termos da escritura de união estável, sem sucesso até o momento.

Em relação às demais falsas acusações contidas na matéria, que visam unicamente prejudicar a imagem de Bruno, seus advogados analisarão a melhor forma de buscar a reparação judicial cabível.

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