A morte de Larissa Ferreira da Costa completou 2 anos e 8 meses nesta segunda-feira (13). A vítima foi brutalmente assassinada, teve o corpo carbonizado e a cabeça degolada, em Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba.

Familiares ainda esperam uma resposta da polícia com relação à autoria do crime. O irmão de Larissa, Alex Ferreira, conversou com a Banda B novamente. Ele critica o trabalho de investigação que ainda não esclareceu quem foi o autor do homicídio.

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Foto: Arquivo Pessoal

“Eles não encontraram quem foi, não passaram nada pra gente. Hoje os delegados que estavam no caso mudaram de delegacia, só tem delegados novos, então até eles ficarem a par do caso, muito complicado. Eu vejo o sofrimento da minha mãe aumentar a cada dia. Estou atrás de cobrir várias coisas, mas preciso da ajuda da polícia. Minha irmã não foi uma qualquer, se descobrir quem fez isso com ela me custar ser preso, brigar com a políica, bandido, eu vou de peito aberto. Prometi pra minha mãe diante do caixão”, disse o irmão de Larissa.

Investigações

O delegado Ivan da Silva ressaltou que as investigações continuam, inclusive agora com participação do Ministério Público e do serviço de inteligência da Polícia Militar.

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Foto: Arquivo Pessoal

“Estamos empenhados na investigação. Fizemos inúmeras diligências levantando o perfil da vítima, conversamos com familiares, amigos, colegas de trabalho, levantamos trajetos da vítima, buscamos por câmeras de segurança e diversas outras técnicas avançadas de investigação”, contou o delegado.

Ainda de acordo com Silva, apesar de todos os esforços, as investigações ainda não trouxeram o resultado esperado, mas continuam a acontecer para esclarecer o caso.

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Dois anos e oito meses de dor: morte de Larissa segue sem respostas e familiares pedem por justiça

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