Dotti recebendo o diploma de “Grande Porta-Voz do Paraná”, entregue por mim e Isabelle Victoria Haygert (Foto: Annelize Tozetto)

Dotti recebendo o diploma de “Grande Porta-Voz do Paraná”, entregue por mim e Isabelle Victoria Haygert (Foto: Annelize Tozetto)

Impossível não registrar a mensagem que o jurista e professor René Ariel Dotti me enviou a propósito da noite de lançamento do volume 10 da coleção de livros Vozes do Paraná, quando também ocorreu a diplomação dos Grandes Porta-Vozes do Paraná.

Num trecho da manifestação, Dotti é definitivo: “Ao fim e ao cabo, ficam a capacidade de cuidar do passado e do presente de personalidades eleitas por suas pessoais virtudes.

Palavras e imagens de paranaenses que o tempo não esmaece.

“Afinal, les temps passe; les souvenirs restent”.

TUDO A CELEBRAR

“Caro AROLDO Você tem tudo para comemorar as noites da Memória e do Civismo. O grande número de convidados, apesar da sedução de outros eventos ou ficar refém da televisão – “essa máquina de fazer doido”, como dizia e diz ainda, o imortal Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto), a melhor opção seria mesmo comparecer como testemunha de um acontecimento paranista em sua melhor feição. Muito obrigado!

ÁLBUNS DE FAMÍLIA

O livro (Vozes do Paraná 10), concebido e produzido com o aprimoramento dos Álbuns de Família e a premiação para os destaques de personalidades de nosso Estado (*), completaram-se numa vigorosa afirmação cívica.

Tudo foi muito bem organizado. As apresentações, com a sonoridade e a dicção perfeitas de Carlos Marassi e o texto de exemplar redação, aliada aos componentes das histórias individuais, pode-se dizer prenderam a atenção de todos, fato raro em reuniões de grandes auditórios.

CUIDAR DO PASSADO

Ao fim e ao cabo, ficam a capacidade de cuidar do passado e do presente de personalidades eleitas por suas pessoais virtudes.

Palavras e imagens de paranaenses que o tempo não esmaece.

“Afinal, les temps passe; les souvenirs restent “

Que Deus o mantenha com o entusiasmo – combustível da alma – e a esperança que como nos diz o Padre Vieira é a – mais doce companheira da alma!”

RENÉ ARIEL DOTTI, Curitiba

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