O volume 11 de meu livro ‘Vozes do Paraná, Retratos de Paranaenses’, a ser lançado em 12 de agosto próximo, na Sociedade Garibaldi, terá uma variedade de perfilados de muita importância na vida paranaense.
Um deles, o desembargador Xisto Pereira, sinto-me na “obrigação” de destacar, dado ao fato de ser alguém muito especial com sua forma de ser, ao contrário da imagem geralmente hierática associada à dos presidentes do Tribunal de Justiça do Paraná. Essa realidade pode ter sido um dos fatores decisivos para a impressionante votação com que se elegeu para presidir o TJPR: conseguiu 74 dos 113 votos. Ou seja: 75% dos votos.
DEVOÇÃO À BOLA
Uma das peculiaridades desse homem simples, emotivo, que não se nega a atender ninguém que o procura, é sua devoção às peladas de futebol que invariavelmente joga com seu time de magistrados às terças-feiras, à noite, e aos sábados de manhã, na sede da Associação dos Magistrados do Paraná, em Piraquara. O time de Xisto já conquistou primeiros lugares em partidas jogadas com magistrados de outros estados.
Anote-se: o artilheiro do time de Xisto é o desembargador Gilberto Ferreira, parte de seu rol de amigos mais próximos, seu círculo íntimo.
No Paraná sua devoção é toda para o Atlético Paranaense.
TERÇAS E QUINTAS
Como é um ser humano sensível e aberto a ouvir a todos que o procuram, o que lhe toma tempo, ele destina dois dias exclusivamente ao exame de sua pauta, aos processos, aos despachos da função.
Não adianta alguém tentar contato com ele às terças e quintas feiras.
Ah, também evitem de convidá-lo para almoçar. Xisto divide-se entre o almoço que tem em casa, ou o partilhado com o grupo de quatro juízes auxiliares de seu gabinete, e o jornalista e diretor de imprensa, Marden Machado, velho amigo.
Leia a coluna completa aqui
📲 O Google pode parar de mostrar o portal Banda B. Clique aqui para ver nossas notícias.