Vídeos foram expostos nas redes – reprodução BBC“Meu nome é Roberta (nome fictício) e eu estou aqui para pedir perdão à briosa Polícia Militar de Macapá. Eu escrevi no meu Face que matava polícia, mas eu não mato nem minha fome.”
Em um vídeo publicado no YouTube, a adolescente, que teve a identidade preservada, pede clemência por ter se identificado como “matadora de polícia” e publicado uma foto segurando uma pistola no Facebook. O “perdão pelo vacilo”, apelido pelo qual são chamados esses vídeos nas redes sociais, virou piada na internet e foi visualizado milhões de vezes após ser divulgado em páginas policiais. A garota foi perseguida e excluiu todos os seus perfis pessoais.
A BBC Brasil identificou dezenas de casos como esses em ao menos oito Estados brasileiros. Após identificar pessoas que publicam ofensas contra policiais nas redes sociais, grupos as denunciam até que sejam encontradas e façam um pedido público de desculpas.
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