Quando uma mãe recebe uma ligação da escola do filho é normal que o coração acelere. Mil e uma coisas passam pela cabeça e, em alguns casos, é comum pensar no pior.
Holly Davis, uma mãe de Sacramento, na Califórnia, Estados Unidos, passou por essa situação e, ao chegar à instituição de ensino em que seu filho de 8 anos estava, viu que a preocupação não era em vão.
- Gestante é demitida após ficar mais de dez horas, em 15 dias, pesquisando produtos de bebê na internet
- Mãe denuncia escola que esqueceu criança de cinco anos em frio abaixo dos 10 graus
- Mãe se assume lésbica, mas casal decide continuar junto para dividir a criação dos filhos
De acordo com a mãe, o filho com necessidades especiais estava sendo imobilizado pelo diretor. Ela deu entrevista para o telejornal local, KCRA 3, e disse:
“Vinte e dois minutos de retenção para uma criança de 8 anos com necessidades especiais é extremamente excessivo”.
O caso teria acontecido na escola Woodlake, em Sacramento, no último dia 18 de janeiro. A mãe já tirou o menino da instituição e ele começa em uma nova na próxima segunda-feira (7).
Na entrevista, ela contou que recebeu a ligação da escola e, ao chegar lá, 10 minutos depois, encontrou o filho no chão, sendo imobilizado pelo diretor.
“Corri até ele e me abaixei, falei para soltarem meu filho”,
disse.
Para a mãe, independente da ação da criança, a força usada contra o filho dela foi excessiva. A criança teria ficado imobilizada por 22 minutos.
Para ler a matéria completa da Revista Crescer, clique aqui