Da Redação com TRT-PR

Trabalhadores da Urbanização de Curitiba (Urbs) decidem nesta sexta-feira (22) se aceitam a proposta de acordo, feita em audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-PR), para encerrar o dissídio coletivo contra a empresa.

rejeicao1Divulgação SindiUrbano

O dissídio foi solicitado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Urbanização do Estado do Paraná (Sindiurbano) e a negociação busca renovar o Acordo Coletivo de Trabalho referente ao período 2016/2017.

Os principais pontos de controvérsia dizem respeito ao prazo de parcelamento do reajuste de salários e gratificações, fixado em 9,83%, e a questões relativas à proposta de redução da jornada de trabalho para trabalhadores integrantes de determinadas carreiras da Urbs.

Em razão das dificuldades em se chegar a uma composição durante esta quinta-feira (21), a desembargadora Ana Carolina Zaina apresentou uma proposta a ser levada à assembleia dos trabalhadores.

Entre os itens propostos pelo Juízo estão – além do índice de reajuste salarial – o piso regional de R$ 1.190,20 (mil cento e noventa reais e vinte centavos) para os agentes de apoio, a partir de 1º de setembro de 2016; redução da jornada de oito para seis horas, sem prejuízo remuneratório (parcelas de natureza salarial e indenizatória) para trabalhadores de determinadas carreiras; e abono de R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais), parcelado em duas vezes, aos trabalhadores que não aderirem à redução de jornada.

Caso a proposta seja rejeitada pelos empregados, uma nova audiência ficou previamente marcada para o dia 4 de agosto de 2016, às 14h, na sede do TRT do Paraná, para a continuidade das negociações.

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