Da Redação com assessoria

Os funcionários da limpeza pública de Curitiba não concordaram com a proposta de acordo coletivo e iniciaram os prazos legais para a greve. Em assembleia realizada nesta quarta-feira (8) pelo Siemaco – Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba, os garis da capital rejeitaram a proposta de acordo da empresa Cavo Serviços e Saneamento.

(Foto: Divulgação Assessoria)

Segundo o Siemaco, a empresa ofereceu reajuste de 6% nos salários e 8% nos tíquetes, condicionados à implantação de acordo mensal de compensação de horas para os coletores domiciliares. Os funcionários querem: melhoria nos índices de reajuste e não concordam com o fim do pagamento das horas-extras. “A nossa campanha salarial é para garantir benefícios e avançar nas conquistas”, afirmou Manassés Oliveira, presidente do Sindicato.

A direção da empresa e a Prefeitura de Curitiba serão notificadas da recusa dos trabalhadores e do início dos procedimentos para a greve. Uma nova assembleia do Siemaco com os funcionários acontecerá dia 14 de março, onde a greve deverá ter início.  A Cavo emprega hoje aproximadamente 2.500 mil garis que são responsáveis pela coleta de lixo, varrição, limpeza especial e roçada na cidade.

A Banda B entrou em contato com a Prefeitura de Curitiba, que disse que não se pronunciará porque ainda não foi notificada sobre a possível paralisação.

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