Por João Pedro Alves e Osmar Antônio
Como já vem virando rotina neste Campeonato Brasileiro, o Coritiba encerrou sua participação na 7ª rodada neste domingo (25) ainda sem saber o que é vencer com a derrota por 2 a 0 para o arqui-rival Atlético no estádio Willie Davids, em Maringá. E esse revés no maior clássico do estado foi recebido de uma forma diferente pelo técnico Celso Roth em relação aos demais tropeços. Tanto que ele promete repensar algumas coisas e mudanças devem acontecer para a sequência da competição.
A avaliação do treinador levando em consideração aquilo que o Coxa fez dentro de campo não foi ruim, à exceção das falhas nos gols rubro-negros, o problema foi que mais uma vez o resultado não apareceu. E futebol, como diz a velha máxima, é resultado. Se insistir no trabalho que vinha sendo feito não deu certo, uma reformulação será feita. Não apenas de postura ou em termos táticos, mas também de nomes.
“Temos que repensar time, repensar contratações. Precisamos rever conceitos, vimos que precisamos mudar de atitude. Precisamos repensar jogadores com a direção, porque isso passa também pela qualidade individual”, disse Roth, sem citar quais são os atletas que serão sacados da equipe. “Não quero colocar nomes, porque não é da minha metodologia. Mas o Coritiba precisa fazer algo diferente e reagir, ainda antes da parada para a Copa”, emendou.
Querendo ou não, no próximo compromisso na Série A ele será obrigado a mexer na equipe por diferentes motivos. Isso porque o Coritiba não poderá contar com o lateral Carlinhos, suspenso, e o atacante Geraldo, que irá defender a Seleção Angolana. Ainda há a possibilidade de Leandro Almeida ficar de fora devido às dores musculares que sentiu durante o Atletiba.
Mas outras alterações devem aparecer, essas sim por opção de Roth. Elas, porém, só deverão ser vistas na quarta-feira (28) na partida contra o Criciúma no estádio Heriberto Hülse. “Temos que ter calma, temos que ter equilíbrio. Já foi uma parcela bem grande do campeonato e só temos quatro pontos. Precisamos reagir. Temos que ter mudanças, não tem outro jeito”, concluiu.
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