Na última semana, uma postagem da Banda B no Instagram sobre o Athletico provocou muita discussão. E a volta de uma pergunta que certamente cada torcedor já se fez – e principalmente discutiu sentado numa mesa de bar com os amigos. Quem foi o melhor jogador da história? Entre as estrelas da história e os ídolos recentes, quem seria o maior de todos?
A conversa vai longe. Quem viu equipes históricas do Athletico, como as campeãs de 1970, 1982 e 1983, certamente relembra dos grandes craques daquele período. Mas a torcida mais jovem, que viu o Furacão ser campeão brasileiro, da Copa do Brasil e bicampeão da Sul-Americana, tem em algum dos personagens destas conquistas o seu craque para sempre.
A Banda B colocou seis nomes históricos do Athletico na discussão. É claro que há tantos outros – alguns serão citados no final deste texto, mas mesmo assim vai ficar faltando jogador na lista. Confira quais são as nossas sugestões!
Seis candidatos
Sicupira – É claro que a lista teria que começar com o Craque da 8. Maior artilheiro da história do Athletico, Sicupira teve no clube o seu melhor momento. E a grande conquista foi o Paranaense de 1970, com um time à época desacreditado. Escreveu com suor, sangue e lágrimas seu nome na história rubro-negra.
Kleber Pereira – Outro artilheiro, fundamental tanto no título da Seletiva da Libertadores em 1999 quanto do Brasileirão em 2001. Além de ser um fazedor de gols, era uma figura. É nome decisivo da geração que começou a mudar o patamar do Athletico no futebol brasileiro.
Alex Mineiro – Iluminado. Se fosse preciso resumir Alex em uma palavra, seria iluminado. Os oito gols nos quatro jogos decisivos do Brasileirão de 2001, culminando no gol do título, fizeram dele uma lenda que dificilmente será superada.
Fernandinho – É possível dizer que foi o jogador do Athletico que chegou mais longe na carreira? Títulos pelo Furacão, duas Copas do Mundo com a seleção brasileira, capitão do multimilionário Manchester City, jogador de confiança de Pep Guardiola… E, além de tudo isso, quando poderia escolher qualquer clube para atuar no Brasil, voltou ao time do coração.
Santos – O goleiro mais vencedor da história do Athletico, um clube notório em ter grandes arqueiros. Santos chegou garoto, passou um tempo na reserva quando subiu para o profissional, mas era o titular nas conquistas de duas Sul-Americanas e da Copa do Brasil. Não só titular como decisivo quando o Furacão mais precisou dele.
Bruno Guimarães – Há no Athletico quem diga que ele, caso fosse possível continuar no clube, seria o maior da história. Bruno veio do Audax para explodir na Baixada. Meio-campista na acepção da palavra, marcou seu nome nos últimos títulos do Furacão. Será o centro técnico da seleção brasileira no novo ciclo até a Copa de 2026.
Mais craques do Athletico
A lista vai longe. Começa, claro, com Caju, a Majestade do Arco, o nome mais emblemático da primeira metade da história do Athletico. Do Furacão de 1949, os nomes de Jackson do Nascimento e Cireno Brandalize se destacam. Nas décadas de 1960 e 1970, Alfredo Gottardi, o filho de Caju, Nílson Borges, Djalma Santos e Bellini. Naquele time que quase conquistou o Brasil em 1983, o casal 20, Washington e Assis. E na geração campeã da Seletiva e do Brasileirão, Nem, Adriano, Kelly, Lucas. Nikão, campeão da Copa do Brasil e Sul-Americana. E, por último mas não menos importante, Kleberson, o único jogador da história do futebol paranaense a ser campeão do mundo jogando por aqui.
