A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou nesta terça-feira (14) mais 26 casos e nove óbitos da variante delta e suas sublinhagens no Paraná. Agora, o Paraná soma 162 casos e 38 óbitos. Os dados foram repassados no relatório de circulação de linhagens Sars-CoV-2 (vírus responsável pela Covid-19), por sequenciamento genômico, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

Os novos casos foram registrados em Antonina, Morretes, Paranaguá, Campina Grande do Sul, Curitiba, Quatro Barras, São José dos Pinhais, Cascavel, Alto Paraíso, Cianorte, Loanda, Londrina, Rolândia e Toledo.

Os óbitos pertencem aos municípios de Campina Grande do Sul, Curitiba, São José dos Pinhais e Cascavel e tratam-se de seis mulheres e três homens com idades que variam de 5 a 80 anos.

Até agora, 926 amostras foram sequenciadas, 391 aguardam resultado e dentre os sequenciamentos, 492 indicaram a variante P.1.

Protocolo

Assim que o relatório é enviado pela Fiocruz, a Sesa entra em contato com as Regionais de Saúde, que por sua vez comunicam os municípios de residência (ou de notificação) dos casos confirmados para iniciarem a investigação epidemiológica. Este processo inclui dados desde o início dos sintomas, a realização do exame, se houve internação e se o caso é considerado como cura ou óbito.

Sublinhagens

Sublinhagens de variantes são fenômenos que fazem parte da evolução viral natural e estão associados à taxa de replicação da doença. Quanto mais o vírus se multiplica, mais rápido ocorrem os processos de evolução.

O vírus Sars-CoV-2 sofre mutações esperadas dentro do processo evolutivo de qualquer vírus RNA. Quando isso acontece, caracteriza-se como uma nova variante do vírus.

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