Revelado nas categorias de base do Paraná Clube, o atacante Kelvin, de 17 anos, tem sido protagonista de um impasse que pode acabar na justiça. O jogador ainda não se reapresentou para o reinício dos trabalhos no Paraná, que já faz menções de tentar resolver o problema nos tribunais.
“A gente quer que ele se reapresente. vamos trabalhar em cima dos direitos do clube. Mesmo que ele queira sair pela porta dos fundos, ele tem que cumprir o contrato. A gente tá aguardando para que essa situação se resolva, para o bem do atleta e do Paraná Clube”, afirmou o Presidente do Paraná Aquilino Romani em entrevista à rádio Banda B.
O clube argumenta tendo como base a Lei Pelé, que indica a preferência do time formador na assinatura do primeiro contrato de um atleta. A multa rescisória do jovem, no valor de R$ 5,2 milhões, deverá ser depositada por um grupo de investidores ainda hoje.
Segundo Romani, algumas propostas foram apresentadas ao Paraná, mas o pai do atleta não se interessou por nenhuma. “Há possibilidade de o jogador jogar, sim. Mas se ele chegar a pagar a multa, aí sim ele não veste mais a camisa do Paraná Clube. Isso tem que acontecer pela porta da frente. existem várias propostas com várias clubes, mas não adianta fechar se o pai não concorda”, declarou o presidente.
Desde o fim de 2010, os rumores de uma possível saída do jogador têm sido constantes. Com sua ascensão para o grupo profissional, Kelvin passou a ser assediado por empresários que se dispuseram a pagar a sua multa rescisória com o Tricolor.
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