Ilana Lerner: na medida certa; Nilson Monteiro: competente e histórico

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Ilana Lerner tem a simpatia de sua mãe, a inesquecível Fani Lerner, com o competente trato político e lances de criatividade herdados do pai, Jaime.

Isso até é desnecessário lembrar agora que ela já está (desde 23 de abril) no comando da Biblioteca Pública do Paraná (BPP).

Foi um autêntico gol de placa do governador Ratinho Junior.

FOI BOM NO MON

Quando Ilana foi desligada do MON, uma multidão de amigos dos Lerner e de gente da área cultural, ficou a lamentar a dispensa da jornalista.

Ilana não é e nunca foi alguém precisando ou procurando emprego. Mas nunca se furtou a servir ao Paraná. Herança familiar, DNA de Fani e Jaime. Tal como fez competentemente no MON.

REDESCOBERTA DA BPP

“Apareça para me visitar-me”, disse-me nesta sexta, 31, Ilana. Prometi ir, até para traçar – ao lado dela um roteiro de redescoberta do tempo e contar-lhe nuanças da história da BPP. Claro que reconheço que o livro de Nilson Monteiro sobre a Biblioteca – “Um Livro Aberto” – é importante documento e recomendável. Mas a BPP tem outras histórias a revelar.

DETALHES CURIOSOS

De minha parte quero apresentar a Ilana detalhes curiosos, como o do “Cemitério de Livros”, que Ângelo Antonio Dallegrave (in memoriam”, alma bondosa, mas um obcecado por temas católicos), criara numa das salas do terceiro andar da Biblioteca Pública do Paraná (BPP).

Para lá – “no quarto escuro”, como de castigos – , iam todos os livros que o beato achasse que “ofendiam a Igreja Católica”. Era tempos, claro, anteriores ao Concílio Vaticano II.

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