A partida entre Operário e América-MG, que aconteceu neste domingo (4), no Germano Krüger, foi paralisada no primeiro por 16 minutos, por supostos casos de racismo dentro de campo.

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Aos 28 minutos, o atacante Allano, do Fantasma, acusou Miguelito, do Coelho, de racismo. O atleta do time de Ponta Grossa ficou muito nervoso e precisou ser contido pelos companheiros. Mas ali foi apenas o início da confusão.

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Muita discussão entre atletas, reclamação e um clima de pressão tomou conta do estádio. O árbitro Alisson Sidnei Furtado (TO) abriu o protocolo de racismo, mas informou que estava longe e não conseguiu ver ou ouvir nada. O VAR chegou a buscar imagens na tentativa de identificar o momento, o que acabou não acontecendo.

Caso de racismo na torcida do Operário

Durante a confusão, a torcida do Operário se exaltou e xingou os jogadores do América-MG próximo do banco de reservas do adversário, além de arremessarem objetos. E nisso os atletas do Coelho alegaram que uma pessoa na arquibancada cometeu injúria racial e aí a situação no estádio ficou ainda pior.

Durante os 16 minutos que o duelo ficou parado, não conseguiram nenhuma imagem que confirmasse os casos de racismo. No entanto, um torcedor foi identificado pelo zagueiro do Coelho por ter arremessado um copo com líquido em direção aos atletas, foi retirado do Germano Krüger pela Polícia Militar e a partida seguiu novamente.

Confusão em Operário x América-MG, pela Série B
Momento em que Allano chamou o árbitro e acusou Miguelito de racismo. Foto: Reprodução/Disney +

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