A ex-deputada federal pelo estado do Rio de Janeiro, Flordelis, será julgada pela morte do ex-marido e pastor Anderson Carmo. O crime aconteceu em junho de 2019 e o julgamento, inicialmente, marcado para dezembro, foi antecipado para esta segunda-feira (7) pela antiga data coincidir com jogos da Copa do Mundo.

Só que, segundo uma testemunha, conforme disse em depoimento, a história do ex-casal envolve um ritual polêmico com direito a sexo e nivelação de Flordelis a um ser divino. As informações são do Extra, e foram trazidas pelo Portal UOL em reportagem neste domingo.
Esta testemunha, conforme afirmou em depoimento, destacou que a prática era um “ritual de purificação”.
A purificação levava sete dias, uma alimentação regada a arroz e legumes, a companhia de uma Bíblia e as visitas de um grupo seleto. Em determinado momento do depoimento, o homem afirma que Flordelis foi ao quarto, onde transaram. A situação aconteceu outras vezes depois desse dia.
“O declarante se recorda que aquilo lhe causou um efeito como se fosse mágico, pois considerava que havia tido relações praticamente com um ser divino, pois era assim que Flordelis se apresentava”, diz em depoimento.
O que diz a defesa de Flordelis
Segundo Rodrigo Faucz, advogado da ex-deputada, “essa foi uma das mentiras contadas para prejudicar a imagem de Flordelis que, no decorrer do processo, foi desacreditada até mesmo pela acusação”.
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