
O Coritiba bateu o Juventude, pelo placar de 1 a 0, no Alfredo Jaconi, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. O triunfo é o primeiro do Alviverde longe de seus domínios na competição. A equipe não vencia um jogo como visitante na temporada há mais de sete meses. Régis saiu do banco de reservas para marcar o gol do triunfo coxa-branca já nos acréscimos.
Com o resultado, os paranaenses ganham fôlego na briga contra a ZR. O Coxa chegou aos 38 pontos, na 15ª colocação, e está agora a quatro tentos acima do Ceará, que abre o Z-4. O Verdão volta a campo diante do Flamengo, no domingo (06), no Couto Pereira.
Coxa começa bem, mas diminui o ritmo
O jogo começou muito picotado por faltas, com dois amarelos aplicados em menos de cinco minutos. Porém, desde o início, o caminho das pedras para o Coxa parecia claro: o lado direito. Por ali, Manga encontrou espaços para jogar e incomodou a defesa adversária com boas investidas.
Aos dez minutos, o Coxa construiu a sua primeira grande chance de marcar. Cadorini finalizou de dentro da área e a bola acertou a trave adversária. No entanto, o que parecia que se transformaria em uma pressão, logo esfriou. A partir daí, os mandantes acertaram a marcação e equilibraram as ações. Aos 25′, o atacante Pitta até balançou as redes para os gaúchos, mas o árbitro marcou uma infração no lance.
Sem mais lances de perigo, o duelo se arrastou para o intervalo. Com o dobro de finalizações e mais posse de bola, o desafio do Coritiba para a segunda etapa era se mostrar mais eficiente no terço final do campo.
Régis entra e marca o gol da vitória
Na volta do intervalo, o Coxa voltou a mostrar bom ímpeto de jogo. Logo aos 4′, Galarza ficou muito próximo de abrir o placar em chute cruzado, mas o zagueiro salvou quase em cima da linha. Com mais volume no campo adversário, a equipe paranaense apostou em uma alta quantidade de cruzamentos, buscando seus homens de área.
Na beira do gramado, ambos os técnicos mostraram ambição pela vitória e promoveram mudanças ofensivas em suas equipes. Contudo, o roteiro se repetiu. A intensidade diminuiu ao longo da etapa final e o duelo ficou mais brigado do que jogado.
Quando parecia que o melancólico 0 a 0 seria inevitável, um herói improvável apareceu nos acréscimos. Régis, que havia entrado no segundo tempo, recebeu de Alef Manga e mandou no cantinho do goleiro César: 1 a 0. Sem tempo para mais nada, o gol encerrou um jejum de mais de sete meses como visitante na temporada.
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