Foto: Geraldo Bubniak/AGB.
Foto: Geraldo Bubniak/AGB.

O técnico Felipão explicou a escolha por montar o Athletico com três volantes no revés para o Fluminense, por 2 a 1, na noite de sábado (14). Na escalação inicial, o treinador colocou os volantes Matheus Fernandes, Erick e Hugo Moura para tentar impedir que o adversário tivesse espaço no setor de meio de campo.

A formação não deu certo. No primeiro tempo, o Tricolor foi superior e saiu na frente com o atacante Cano. Para tentar aumentar o poder ofensivo, o comandante Athleticano optou por tirar um volante e colocar Marlos, um meia mais criativo, na volta do segundo tempo.

“O Fluminense tem muita posse de bola, trabalha bem a posse. A ideia foi que compactássemos os setores, principalmente de meio, para criarmos uma dificuldade maior para eles. Desfizemos no intervalo por conta do resultado, a gente precisava colocar um meia mais agressivo, com menos combate, para ver se conseguíamos chegar melhor ao gol do adversário”, disse Felipão em entrevista coletiva.

O tropeço foi o quarto do Furacão na competição, que ainda não pontuou longe dos seus domínios. Para Felipão, o Rubro-Negro criou boas oportunidades, mas faltou um maior capricho no setor ofensivo para buscar um resultado diferente. “Nós criamos oportunidades que queríamos ter no jogo, apenas não definimos com qualidade”, completou o treinador.

Foco total no Libertad

Lanterna do seu grupo, o Athletico tem, diante do Libertad, na quarta-feira (18) uma decisão para seguir vivo na briga por uma vaga nas oitavas de final. Felipão citou como vai ser a preparação do grupo e reforçou a importância do duelo na Arena da Baixada.

“Na segunda-feira, vamos mostrar o vídeo completo de alguns lances, discutir posicionamento. Temos que melhorar para poder vencer o Libertad. E esse é o intuito de todos. Na competição brasileira ainda temos chances de recuperação. Na competição Libertadores só temos essa partida”, finalizou.

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