Do UOL, no Rio

Dom Pedro (Caio Castro) em “Novo Mundo” Imagem: João Miguel Júnior/TV Globo

Depois de um dia inteiro gravando – primeiro na praia, depois nos Estúdios Globo – cenas como Dom Pedro I, Caio Castro se ajeita no sofá da sala de estar e dá entrevista coletiva deitado mesmo. Ele não esconde o cansaço (“Tá puxado”), nem o esforço que o personagem de “Novo Mundo”, novela das seis que estreia em março na Globo, está lhe exigindo.

Para construir o Dom Pedro da ficção, o ator teve aulas de prosódia, como boa parte do elenco, mas sentiu que precisava de um empurrãozinho extra. Culpa de Letícia Colin, que já tinha seu sotaque austríaco tão aprimorado que o instigou a viajar para Lisboa a fim de falar como um português nativo.

“Eu não podia estar menos do que ela, tinha que estar pelo menos igual. Pedi para o Vinícius [Coimbra, diretor artístico da novela] oito dias de folga e fui. Não podia ver ninguém de bobeira que dizia: ‘Opa, tudo bem?'”, conta ele, que era reconhecido nas ruas, mas estranhou o comportamento dos fãs da terrinha.

“Eles gostam muito das novelas brasileiras, é impressionante. Mas ninguém pedia para tirar foto. Eles dão um aperto de mão e dizem que gostam muito do seu trabalho. Brasileiro é mais caloroso”, compara.

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Caio Castro tem rotina exaustiva para viver Dom Pedro pegador em novela

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