Os advogados do Dr. Conrad Murray, acusado de matar Michael Jackson, vão dizer que o cantor aplicou o Propofol, anestésico que provocou uma parada cardíaca no astro, em si mesmo, sem o conhecimento do médico.

Murray alega que deixou Jackson dormindo por dois minutos para ir ao banheiro, na casa do astro em Los Angeles.

Jacko teria acordado e retirado um frasco de 20 ml de Propofol de um criado mudo e então injetado a droga de forma intravenosa, causando um fulminante ataque cardíaco, e deixado o frasco cair no chão.

Murray diz que, quando retornou ao quarto, percebeu que as pupilas estavam dilatas e passou a fazer uma massagem cardíaca no cantor, enquanto chamava por ajuda.

O site TMZ afirma que a defesa de Murray, 52, vai alegar que foi Michael quem se matou, no julgamento do médico , que ocorrerá no decorrer deste ano. Ele poderá pegar cinco anos de prisão se for considerado culpado da acusação de homicídio involuntário.

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Defesa do médico de Michael Jackson alega que o cantor se matou

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