Uma recente investigação revelou que um dos sócios de Virginia Fonseca manteve negócios com a “Japa do Crime“. A “japa”, Karen de Moura Tanaka Mori, foi sócia de Thiago Stabile na empresa Pink Lash, de cílios postiços. Stabile é sócio de Virginia na WePink, marca de cosméticos da influenciadora.

A foto mostra os sócios da Pink Lash: Karen Mori, Thiago Stabile e Samara Pink. A primeira é uma mulher de ascendência japonesa e camiseta cropped branca. Thiago é um homem branco, de cabelos pretos e camiseta preta. Samara é uma mulher branca, loira e de blusa rosa
Karen Mori, a “Japa do PCC”, ao lado de Thiago Stabile e Samara Pink, ex-sócios na Pink Lash e parceiros de Virginia Fonseca na WePink (Foto: Reprodução/Redes sociais)

A Pink Lash abriu em 2017 e tornou-se uma franquia, com cerca de 100 lojas pelo Brasil. Ela é a percursora da WePink, rede bilionária do ramo. Samara Pink, esposa de Thiago e nome de ambas as marcas, também foi sócia do primeiro empreendimento.

A investigação da Agência Pública cita que a polícia prendeu Karen em flagrante em fevereiro de 2024, em investigação sobre lavagem de dinheiro e associação criminosa. O inquérito policial citado pela reportagem relatam a apreensão de mais de R$ 1 milhão e 50 mil dólares em espécie, além de um automóvel da marca Audi, na casa da “Japa”.

Quem é a “Japa do PCC”, ligada a sócio de Virginia

Karen é viúva de Wagner Ferreira da Silva, o “Cabelo Duro”. A Polícia Civil do Estado de São Paulo (PC-SP) apontou Wagner como “um dos principais representantes da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) na região da baixada santista”. Ele foi executado em 2018, acusado de envolvimento na morte de dois supostos membros do PCC.

Segundo a Pública, as investigações contra Karen afirmam que “ela abriu a empresa KK Participações e passou a exercer uma movimentação financeira incompatível com o seu patrimônio anterior, de modo a demonstrar a lavagem de patrimônio ilícito deixado pelo seu então companheiro”.

O documento relata que Karen continuou, mesmo após a morte do companheiro, atuando e com “grande prestígio” junto ao PCC. Ela administraria bens ocultados das autoridades.

Ela cumpre medidas cautelares, incluindo recolhimento domiciliar noturno, comparecimento mensal em juízo e uso de tornozeleira eletrônica. A polícia investiga Karen pelos crimes de lavagem de capitais, associação criminosa e organização criminosa.

Resposta de Virginia Fonseca sobre o caso do PCC

A Banda B entrou em contato, via e-mail e telefone, com a assessoria de imprensa da influenciadora Virginia Fonseca. Em caso de resposta às perguntas enviadas, a reportagem será atualizada.

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